Esperança
Vanessa da Mata
G
Intro
D Uh, na-na-na C Uh, na-na-na C Uh, na-na-na D Uh, na-na-na
Primeira Parte
D C Quantas vezes tive a impressão D Que o mundo não me queria C Quantas vezes, tantos nãos C A G# C Eu não sabia do amor u, u, uh A Os traumas fecham a percepção
Segunda Parte
D C Quantas vezes me feri D Sendo tão severa C Sem clemência me agredi C A G# C Mas de repente, é sempre um susto u, uh A Eu não sabia que era capaz
Refrão
D C Ele trouxe tanta esperança C D Como uma criança em um velho lar D C Ele me salvou da dor, com a luz C A Que um amor bandido quis me roubar
Terceira Parte
D C Quantas vezes me feri D Sendo tão severa C Sem clemência me agredi C A G# C Mas não sabia do amor u, u, uh A Não entendia que era capaz
Refrão
D C Ele trouxe tanta esperança C D Como uma criança em um velho lar D C Ele me salvou da dor, com a luz C A Que um amor bandido quis me roubar D Uh, na-na-na C Uh, na-na-na C Uh, na-na-na D Uh, na-na-na
Refrão
D C Ele trouxe tanta esperança C D Como uma criança em um velho lar D C Ele me salvou da dor, com a luz C A Que um amor bandido quis me roubar D C Ele trouxe tanta esperança C D Como uma criança em um velho lar D C Ele me salvou da dor, com a luz C A Que um amor bandido quis me roubar Trecho FALADO D Sair do padrão C Que mesmo ruim Tento escravizar o costume C Eu desarmo, eu transformo Eu insisto, eu me liberto D Na luz, ou na chuva de um dia bonito D Amar no que me entrego para amar Que me proponho para mim C Nas nonas vidas No ressurgir das cinzas C No mais sagrado amor em contento D Nas mais grandiosas ínfimas criaturas Na risada gostosa de Flavinha D No amor em sua expansão ao todo C Mais do que em alguém em particular C No amor e amar tudo de novo D No mais que ser, além do observar
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