Carcando Um Vanerão

Os Monarcas

Tom original: C Capotraste: Sem capotraste Acordes: 3
C

(início)

Intro: G  C
                            F         G
Lascaram um grito vai ter baile na fronteira
                                  C
Já as vespeiras juntô de roda do rancho
                                   G
Num bate coxa sempre tá pronta peonada
                                      C
E eu tô na estrada nem que seja de carancho
                                 F
Rumei pro dito corcoveando um alazão
      G                           C
Com coração que era só teia de aranha
                                G
Tava sovado de bombear pro horizonte
                                      C
Me fui pra fonte afim de apalpar a Picanha
                     F          G
Já de vereda fui carcando um vanerão
                             C
Só no garrão pra fazer e acontecer
                                  G
Firmei o pique numa branca de alambique
                                     C
e já fiz ver quem tem garrafa pra vender (2x)
( C  G )
                                      G
Dancei na lenta pra não espantar o mulherio
                                        C
Conheço o rio que tem piranha e que da pé
                                    G
Eu sou do tempo que pé de valsa manhoso
                                     C
Por ser nervoso não dança de marcha ré
                                     F
Tranquei buenacho apertando o barbicacho
          G                        C
Dono do cacho nunca precisei de ajuda
                                       G
Só no tenteio vou costurando o sereno
                                  C
Pois meu veneno sempre age na madruga
                     F          G
Já de vereda fui carcando um vanerão
                             C
Só no garrão pra fazer e acontecer
                                   G
Firmei o pique numa branca de alambique
                                    C
e já fiz ver quem tem garrafa pra vender (2x)
( C  G )
                                      G
Dancei na lenta pra não espantar o mulherio
                                        C
Conheço o rio que tem piranha e que da pé
                                    G
Eu sou do tempo que pé de valsa manhoso
                                     C
Por ser nervoso não dança de marcha ré
                                     F
Tranquei buenacho apertando o barbicacho
          G                        C
Dono do cacho nunca precisei de ajuda
                                       G
Só no tenteio vou costurando o sereno
                                  C
Pois meu veneno sempre age na madruga
                     F          G
Já de vereda fui carcando um vanerão
                             C
Só no garrão pra fazer e acontecer
                                   G
Firmei o pique numa branca de alambique
                                    C
e já fiz ver quem tem garrafa pra vender (2x)
( C  G )
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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