Lenda das Rosas
Nuno da Câmara Pereira
B
Intro
E B7 E B7 E B7 Na mesma campa nasceram E Duas roseiras a par B7 Conforme o vento as movia E Iam-se as rosas beijar B7 Deu uma rosas vermelhas E Desse vermelho que os sábios B7 Dizem ser a cor dos lábios E Onde o amor põe centelhas B7 Da outra, gentis parelhas E De rosas brancas vieram B7 Só nisso diferentes eram E Nada mais as diferençou B7 A mesma seiva as criou E Na mesma campa nasceram B7 Dizem contos magoados E Que aquele triste coval B7 Fora leito nupcial E De dois jovens namorados B7 Que no amor contrariados E Ali se foram finar B7 E continuaram a amar E Lá no além todavia B7 E por isso ali havia E Duas roseiras a par ( B7 E B7 E ) B7 A lenda simples, singela E Conta mais que as rosas brancas B7 Eram as mãos puras, francas E Da desditosa donzela B7 E ao querer beijar as mãos dela E Como na vida o fazia B7 A boca dele se abria E Em rosas de rubra cor B7 E segredavam o amor E Conforme o vento as movia B7 Quando as crianças passavam E Junto à linda sepultura B7 Toda a gente afirma e jura E Que as rosas brancas coravam B7 E as vermelhas se fechavam E Para ninguém lhes tocar B7 Mas que alta noite, ao luar E Entre um séquito de goivos B7 Tal qual os lábios dos noivos E Iam-se as rosas beijar B7 Tal qual os lábios dos noivos E B7 E Iam-se as rosas beijar
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