Retratos de Um Povo
Miro Saldanha
G
(início)
G D É desse que aparece aí montado C G Que vem parte do legado que herdaram os avós D Foi essa cepa antiga, linha dura C G Que forjou essa cultura que chegou até nós D É desse quadro antigo que eu te falo C G Dos lanceiros a cavalo num medonho escarcéu D É desses, cuja farda foi um pala C G E algum buraco de bala transpassando o chapéu D É um povo que, no campo ou na cidade C G Fez a própria identidade com uma cuia na mão D Que leva ao mundo a história farrapa C G Põe o dedo sobre o mapa e mostra: Este é o meu chão D C G É dessa linhagem, fibra e coragem dos ancestrais D C G Que vem um povo altivo que mantém vivo os seus ideais D C G É a gente farrapa do fim do mapa, sul do Brasil D C G Velha cepa gaúcha, lança e garrucha, adaga e fuzil G D São homens de um civismo um tanto raro C G E um sotaque muito claro que não há outro igual D E um jeito que aos mesquinhos incomoda C G Mas o mate segue a roda sem mudar seu ritual D É raça que hoje vive enraizada C G Numa pátria encravada noutra pátria maior D É um tipo que ama o chão onde pisa C G Põe a mão sobre a camisa e canta o hino de cor D É esse aí, no canto do retrato C G Que faz parte do relato que a história escreveu D E dessa estampa bugra em preto e branco C G Vem esse sorriso franco e esse jeito que é meu D C G É dessa linhagem, fibra e coragem dos ancestrais D C G Que vem um povo altivo que mantém vivo os seus ideais D C G É a gente farrapa do fim do mapa, sul do Brasil D C G Velha cepa gaúcha, lança e garrucha, adaga e fuzil
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.

