Apocalipse 21
Ministério Salva
D
Intro
D A Bm7 G D A A4 Bm7 G D Não haverá mar A Bm O velho mar que separa Bm7 D A4 G Que engole sonhos em sua fúria fria salgada D Que devora corpos e esconde naufrágios na alma D Já não existirá D Seu rugir será silêncio A Bm Sua imensidão uma página em branco G Onde antes havia abismo agora há a praça de ouro D E a cidade desce A Não sobe o homem em sua torre Bm7 A4 Mas Deus desce em sua tenda em sua humilde glória G A Vede O tabernáculo de Deus com os homens Bm7 Bm Bm7 A Não mais um véu rasgado não mais um altar distante D A Mas o Verbo que habita enfim sem véu sem templo Bm7 G Pois Ele mesmo é a tenda e nós o seu descanso Em7 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima G Bm7 Que mão é essa que enxuga sem ferir A Que toca a ferida e a transforma em memória Em7 Em Em7 G Não será o esquecimento mas a cura plena Bm7 A lágrima que um dia foi de ausência e pó A G Agora é orvalho na face do Eterno e brilha D A morte já não existe A Último inimigo Bm7 G D O espinho cravado na carne do tempo D Foi desarmado não pela força bruta A Mas pela presença que preenche todo vácuo Bm7 G Onde a morte habitava agora habita o encontro E Onde havia o fim a porta está sempre aberta D Nem luto nem pranto nem dor A7M A As primeiras coisas passaram Bm7 Passou o grito abafado no cárcere G Passou a espera na sala de hospital D Passou a despedida na beira do cais A O que era rascunho agora é poema completo Bm7 G O que era semente agora é árvore frondosa D A As pedras preciosas não são meras pedras Bm7 G São os olhos dos mártires que brilham nos muros D São as lágrimas dos profetas cristalizadas em graça G O ouro das ruas não é o ouro que cobiçamos Bm7 A4 É a transparência de uma alma que aprendeu a amar D Bm Pisada pelos pés santos dos que um dia foram pó D A E não há sol porque o Cordeiro é a lâmpada Bm7 G Não há luar porque a sua face é a luz D A filosofia finda onde a visão começa A Não se pergunta mais onde está Deus Bm7 Pois Ele é o ar que se respira o chão que se pisa D G7M Bm G A melodia que flui no silêncio das praças G Olhai Eis que faço novas todas as coisas G Não um novo começo que apaga o passado G Mas um novo céu que abraça a velha terra D Uma nova terra que floresce da antiga espera A A4 E o que era promessa agora é testemunho Bm7 G D A4 Eis que faço novas todas as coisas Bm7 G D A A4 Bm7 G Escreve porque estas palavras são fiéis e verdadeiras
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