Verso de Barro

Mauro Silva

Tom original: B Capotraste: Sem capotraste Acordes: 6
B

Intro

E  B  F#7  B
Cantador o João de barro
Sobre o moirão da porteira
Depois da semana inteira
De garoa e aguaceiro
Encharcou poncho, sombreiro
Aperos e invernadas
Lavando o suor das manadas
Aos olhos deste campeiro
          E          B
Busquei a rima no tempo
                    F#
Enquanto o Sol matrereia
Que vem judiando as maneias
                B
O laço e o tirador
                     F#7
Feito um bagual sentador
                       B
Que não se amansa por nada
                      E
Cardando a crina embarrada
      F#           B
Num palanque costeador
        G#m           F#
Cardando a crina embarrada
                     B
Num palanque costeador
                   F#m
Este meu verso de barro
       B              E
Marcou de casco a poesia
E na alvorada do dia
                    B
Travou roseta de espora
                  G#m
Respingando sem demora
                    E
Quando apeei na porteira
Saiu junto as barrigueiras
                      B
Pra recorrer campo à fora
                       F#7
Saiu junto as barrigueiras
                      B
Pra recorrer campo à fora
( E  B  F#7  B )
( E  B  F#m  B )
( E  B  G#m  E  B )
E quando enlotei a tropa
Nestas estrofes inquietas
Marcas da mescla completa
De terra, água e trabalho
O tranco, o tranco do meu cavalo
Todo sujo de querência
Faz história em reticências
Soltando nacos de barro
        E             B
E o barreiro segue firme
                      F#
Sempre atento no serviço
Cantando seu compromisso
                         B
Num rancho quincha pro céu
                      F#7
Enquanto não’algum tropel
                   B
No passador do banhado
                         E
Cruza um campeiro emponchado
        F#             B
Com barro até no chapéu
         G#m            F#7
Cruza um campeiro emponchado
                     B
Com barro até no chapéu
                  F#m
O verso que ainda canta
     B            E
Na hora da desencilha
Desapresilha as rodilhas
                    B
Depois de algum atropelo
                      G#m
Deixando um rastro sinuelo
                  E
Embarrado no estribilho
Falando do meu tordilho
                       B
Mudando a cor do seu pelo
                  F#m
Este meu verso de barro
       B              E
Marcou de casco a poesia
E na alvorada do dia
                   B
Travou roseta de espora
                  G#m
Respingando sem demora
                    E
Quando apeei na porteira
Saiu junto as barrigueiras
                      B
Pra recorrer campo à fora
                       F#7
Saiu junto as barrigueiras
                      B
Pra recorrer campo à fora
( E  B  F#7  B )
Este meu verso de barro
Marcou de casco a poesia
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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