Querência
Luiz Marenco
Em
Intro
Em B7 Em B7 Am G B7 Em B7 Em Querência, rincão querido, do bochincho e do fandango B7 Em Da boleadeira e do mango, da coxilha e da canhada B7 Em Querência verde orvalhada dos ventos que se adelgaçam E7 Am G B7 Em Repetindo quando passam, já fui tudo e não sou nada!
Interlúdio
Em B7 Em B7 Em Rincão de flor colorada no topete das morenas B7 Em Do tilintar das chilenas e do umbu triste, sozinho B7 Em D'onde o bem te vi do ninho, nas alvoradas serenas E7 Am G B7 Em Desfiam, sem fim de penas, na evocação de um carinho
Interlúdio
Em B7 Em B7 Am G B7 Em B7 Em Querência do cusco amigo, nobre e guapo companheiro B7 Em Do balcão do bolicheiro, da China linda e do trago B7 Em Do paysano que anda vago, sem parador nem querência E7 Am G B7 Em E vai curtindo na ausência recuerdos de algum afago
Interlúdio
Em B7 Em B7 Em Querência do mate amargo sevado em fogão tropeiro B7 Em Do redomão caborteiro que, num upa, corcoveia B7 Em Da cruz carcomida e feia entre moitas de erva rala E7 Am G B7 Em Que tristemente assinala vestígios de uma peleia
Interlúdio
Em B7 Em B7 Am G B7 Em B7 Em Querência do carreteiro, sempre a cruzar ao tranquito B7 Em Na sina de andar solito junto à carreta que passa B7 Em Como duende que esvoaça levando para o infinito E7 Am G B7 Em O fardo santo e bendito dos atavismos da raça
Interlúdio
Em B7 Em B7 Em Querência da gaita véia que, pacholeando, se espalha B7 Em Do velho rancho de palha abandonado ao rigor B7 Em Do pavilhão tricolor que foi sinal da batalha E7 Am G B7 Em E, hoje, serve de mortalha do gaúcho peleador
Final
Em B7 Am G B7 Em
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.

