De Pouca Prosa
Luiz Marenco
A
Intro
Am E7 Am E7 Am F E7 Am Verso E7 Que tal a doma, na mangueira se negando Am Coiceando o vento, com a paleta na investida Em7 A7 Dm Amanhã mesmo quando o sol bater no lombo Am E7 Am Embucalo a cara dele, firmo os basto e finco espora E7 Coisa bem linda, Deus permita que a saudade Am Não me separe, desta vida de peão campeiro Em7 A7 Dm Com a bagualada retoçando no potreiro Am E7 Am Bochinchando o tempo inteiro, com a potrada campo-fora
Refrão
E7 Am (De pouca prosa, tenho ganas guitarreiras E7 Am A7 Mandando lenha nos fogões de acampamento Dm Am Com esta peonada, que de resto, se garante G F E7 Am Campereando o meu Rio Grande quando a gaita ronca mimosa)
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.

