Tempos Lindos

Lisandro Amaral

Tom original: G Capotraste: Sem capotraste Acordes: 10
G

(início)

C
Tenho canções no assovio
Que juntei dos corredores
F         G7
Misto de amargos e flores
Refrãos de sangas e grotas
                    C
Sinais de loros nas botas
                    G       F
Riscos de espinhos e esporas
   C
Ontem marcando o agora
G                      C
Em cada verso que brota
Final de esquila na Estância do Arbolito
                    F           G
A trotezito larguei meu rumo na estrada
                        F           G
Pealei uns potros lá na Estância do Açude
                                     F  C
Vim jogá um truco na venda da encruzilhada
            F
Comprei uns vício no bolicho do Quintino
               F#                G
Por teatino me fui de trote chasqueado
Seguindo rumo chapéu com poeira na copa
                            C
Faturá tropa no Rodeio Colorado
( F  G  C )
Osvaldo Moura, João da Guarda e o Marino
                    F             G
Tavam domando na Estância das Casuarinas
                   F             G
Potrada linda com vigor de campo bueno
                            F   C
Trote sereno e maçaroca nas crinas
        F
O negro Cléo laçava rindo de tirão
                         F#        G
No mangueirão que o Adão Gomes orelheava
Ciência de doma nas voltas do maneador
                                    F  C
Fibra e valor nas tropilhas que amansavam
( F  C  F  G  C )
Escola antiga do tempo do Diamantino
                   F         G
Índio sulino com sabedoria pampa
                 F                  G
Tinha marcantes traços da gente charrua
                                     F  C
Na fronte nua livro de história na estampa
         F
Xucras vivências pelos rincões do meu pago
                                 G
Por isso trago no meu olhar de lagoa
Saudade funda nublando os rumos que tenho
                                    C
De onde venho e a própria vida encordoa
E                          Am
Nesses caminhos beirando canhadas
         D                   G
Enxergo meu tempo na sombra que faço
            F                  C
Colhendo milongas das aves que cantam
              G  Gm                  C
E os pastos levantam depois do meu passo
          F
Vive a querência no meu canto de a cavalo
          Am
No jeito antigo que tenho de tempos findos
         D                         Dm
Da gente nobre que tinha campo no rosto
                D                         G  Fm  C
Da estância ao posto naqueles tempos tão lindos!!
( G  C )
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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