Sentinela Interior
Leandro Bellio
Am
Intro
AmPrimeira Parte
Am F Em silêncio profundo, eu me volto ao precipício Dm Am E Onde ecos secretos dançam em seus vícios Am F Quem sou eu, senão sombras que disputam meu ser? Dm Am E Ouço mais de mil vozes que insistem em se esconder Am F Olho-me atento, na margem do meu querer Dm Am E Revelo os fantasmas que ousam me pertencer Dm Am Mas não sou um só, sou legião dividida E Am E Fragmentos dispersos na senda esquecida
Segunda Parte
Am Eu não sou um nome, nem fôlego eterno F Mas vultos errantes no templo interno Dm Vozes que gritam desejos e paixões Am E Eu me vejo em pedaços, mil contradições
Ponte
Am Mas aquele que observa, silente vigia F Paira além do caos, em serena alquimia Dm Na dualidade me parto em dois E Sou o que escuta aquele que vem depois
Refrão
Am Auto-observar-se é espada em brasa F Que corta a mentira que em nós se flagra Dm Um passo além do Eu, um salto ao vazio E7 Am Morrendo no falso, da navalha é o fio Am F Que cada olhar volte-se pra dentro Dm E veja o teatro do pensamento E7 Pois quem vigia, no fim descobrirá F E Am Que é no deserto que a luz brotará
Terceira Parte
Am F Sei que no engano, me julguei indiviso Dm Um só senhor em trono impreciso Am Mas há um teatro dentro de mim E7 Am Onde mil atores disputam o fim F Cada pensamento, um eu que clama Dm Cada emoção, um fogo que inflama E7 Mas quem se ergue em clara visão Am Desvela as correntes da prisão
Quarta Parte
Am Na luz da atenção, tudo se rasga F Ilusão de unidade se torna frágil casca Dm Quem vê as marionetes a se debater E Liberta a alma do falso poder
Ponte
Dm E não há mudança sem ver o real Am Sem despir-se do orgulho, do mito fatal E7 Não basta saber, é preciso sentir Am Ser dois em si mesmo, pra então se abrir
Refrão
Am Auto-observar-se é espada em brasa F Que corta a mentira que em nós se flagra Dm Um passo além do Eu, um salto ao vazio E7 Am Morrendo no falso, da navalha é o fio Am F Que cada olhar volte-se pra dentro Dm E veja o teatro do pensamento E Pois quem vigia, no fim descobrirá F E/G# Am Que é no deserto que a luz brotará
Solo
Bm F#9-/Bb A E9-/G# G F#m Em D CM Bm F#9-/Bb A G D CM A
Refrão
Am F Auto-observar-se é espada em brasa Dm Que corta a mentira que em nós se flagra F Um passo além do Eu, um salto ao vazio E Am Morrendo no falso, da navalha é o fio Am F Que cada olhar volte-se pra dentro Dm E veja o teatro do pensamento E Pois quem vigia, no fim descobrirá Dm E Am Que é no deserto que a luz brotará
Solo
Bm F#9-/Bb A E9-/G# G F#m Em D CM Bm E9-/G# A G D C A D C B7
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.

