Toda Vez Que a Chuva Cai

Jocelino Alves

Tom original: E Capotraste: Sem capotraste Acordes: 5
E

(início)

Intro: E  B7  E  E  B7  E
E
Toda vez que a chuva cai encharcando a terra fofa
                                      B7
vai batendo a saudade do meu tempo de guri.
                  F#m                          B7
Quando dava uma estiada, pés descalços em poça d`água
                                     E
imitava melodias do cantar do bem-te-vi.
E
E lá dentro da cozinha barulhava uma goteira, minha mãe
         E7                     A
sempre faceira a cantar um estribilho.
                                            B7
E quando vinha a garoa:- Meu filho, saia da chuva!
                                   E
Venha cá saborear um bolinho de polvilho!
E                                              B7
Toda vez que cai a chuva, toda vez que a chuva cai.
                                                               E
Vou ouvindo o sabiá que há muito ouvi cantar, quando ainda era piá.
                                         B7
Procuro o beiral da casa, boto lata na goteira.
 Vou recordando o passado, no cair descompassado,
                 E
de uma gota passageira.
E
Toda vez que a chuva cai o cantar da curucaca
                                     B7
lá no alto do pinheiro anunciava a bonança.
               F#m                    B7
O cantar do sabiá, que via o verde chegar trazendo a esperança
                    E
 no meu sonho de criança.
E
E lá dentro da varanda barulhava uma goteira, minha mãe
         E7                     A
sempre faceira a cantar um estribilho.
                                            B7
E quando vinha a garoa: - Meu filho saia da chuva!
                                    E
 Venha cá saborear um bolinho de polvilho!
E                                              B7
Toda vez que cai a chuva, toda vez que a chuva cai.
                                                               E
Vou ouvindo o sabiá que há muito ouvi cantar, quando ainda era piá.
                                         B7
Procuro o beiral da casa, boto lata na goteira.
 Vou recordando o passado, no cair descompassado,
                 E
de uma gota passageira.
E
Toda vez que a chuva cai, o franguinho com polenta,
                                    B7
a receita suculenta que jamais eu esqueci.
                    F#m                      B7
E a viola meu pai tocava, de história ele lembrava e a gente
                            E
acomodava era hora de ir dormir.
E
E lá na beira da cama barulhava uma goteira, minha mãe
         E7
sempre faceira a cantar um estribilho.
                                          B7
E quando o sono chegava: - Veja se reza direito!
                                           E
Tá na hora de dormir tenha bons sonhos meu filho!
E                                              B7
Toda vez que cai a chuva, toda vez que a chuva cai.
                                                               E
Vou ouvindo o sabiá que há muito ouvi cantar, quando ainda era piá.
                                         B7
Procuro o beiral da casa, boto lata na goteira.
 Vou recordando o passado, no cair descompassado,
                 E
de uma gota passageira.
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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