O Último Troféu

Ivo de Souza

Tom original: C Capotraste: Sem capotraste Acordes: 4
C

(início)

C                                                                    G
Passei muitos anos tocando boiada, Morando na estrada desses pantanais
                                                    F                C
E no peso dos anos eu fui dominado, E pra lida de gado não servia mais
                                            C7                       F
Na ultima viajem em tempo de cheia, Duas semana e meia dormindo no molhado
                                  C                   G              C
meu corpo sentia o peso do estradão, e a minha profissão ficou no passado
              G                  C                     G                 C
são tantos janeiros que perdi a soma,das tropeadas e domas em cima do arreio
               F               C                     G                    C
ate que o cansaço tirou-me de cena, me afastando da arena dos grandes rodeios
C                                                                          G
aqui nesse rancho de beira da estrada minha vida passada ainda esta presente
                                                    F                 C
revive comigo nas minhas lembranças tal como uma herança gravada na mente
                                                  C7              F
quando o dia nasce eu vejo La fora o romper da aurora trazendo clarão
                              C                    G               C
e mais uma vez a malvada saudade no meu peito invade sem ter compaixão
               G               C                G                   C
viajando nas asas do meu pensamento revejo o momento que o tempo saudoso
               F             C                     G                     C
das rodas de proza com a peonada das historias contadas num galpão de pouso
vejo meu berrante no canto da sala ao lado do pala e as esporas prateadas
o meu colchinil de lã de carneiro ainda traz o cheiro da poera da estrada
na velha baldrama toda enfeitada eu guardo enrolado um velho baixeiro
também o meu laço de argola de ouro a calça de  couro e chapéu pantaneiro
são restos de trajes que ainda sobrou provam que eu sou um herói da historia
enquanto eu pudia manejar o laço construi nos braços meu dias de glória
no mês de agosto eu arrumava a traia minha mula baia sabia o caminho
ia pra Barretos na festa do peão naquele estradão eu seguia sozinho
na volta eu trazia um belo troféu guaiaca e chapéu de palha novinho
o maior presente que eu sempre ganhava a platéia me dava com aplauso e carinho
quando desse mundo eu fizer a partida vou buscar  'noutra’ vida o mais belo troféu
que Deus me conceda como recompensa a sua presença no reino dos céus.
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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