Coisas da Fronteira

Ita Cunha

Tom original: G Capotraste: Sem capotraste Acordes: 11
G

(início)

D                  G
Venho daquele horizonte
D                       G
Onde a estrada é um reponte
D                 G
E a liberdade é xirua
D                  G
Na pampa larga estendida
D                 G
Venho daquela querência
D                   G
Onde o campo é referência
D                   G
Pra quem perdeu o sentido
D
Das coisas buenas da vida
D
Venho daquele rincão
                    Em
Onde o patrão e o peão
D
Batem estribo parelho
Dm7        G7         C
No camperear das coxilhas
D                G
Venho daquelas planuras
D                     G
Onde as garças são pinturas
      Bm     Bbm    Am
E cavalos riscam mapas
     D7 (D#º) (D7)  G
Pelo manto das flexilhas
D                            G
De onde venho, ora de onde venho
                     D
Das carretas pra quitanda
                 G
do gado pro saladeiro
D                            G
De onde venho, ora de onde venho
                    D
Do charque pelas caronas
                     G
Na redenção dos tropeiros
D                            G
De onde venho, ora de onde venho
                   Dm7
Das estâncias legendárias
    G7             C
Da água benta do poço
          G                  D
De onde venho, ora de onde venho
       C        Bm
Do lencito maragato
     Am            G
Nos tempos do Sabe Moço
D                           G
De onde venho, ora de onde venho
                    D
Dos candieiros de estopa
                         G
E dos gaiteiros só de ouvido
D                            G
De onde venho, ora de onde venho
                    D
Do café preto e biscoito
                        G
Nos bailes de chão batido
D                            G
De onde venho, ora de onde venho
                   Dm7
Dos domingos de alpargata
        G7          C
Nos comércios de carreira
           G                  D
De onde venho, ora de onde venho
     C           Bm
Da alma veia de campo
    Am          G
Coisas da fronteira
D                 G
Venho daqueles galpões
D                G
Onde alma são tições
D                 G
Alimentando o palheiros
D                 G    D  G
E horas de camboneadas
D                  G
Venho daquelas rodilhas
D                     G
Onde o mate e a figueirilha
D                G
Ajojam mitos campeiros
D                 G
Arremebrar pataquadas
D
Venho bem daquela gente
                     Em
Onde o bairrismo é latente
D
Sempre que um se atravessa
Dm7         G7         C
Mal dizendo a pátria gaucha
D                G
Venho daquele sistema
D                  G
Onde mudar é um dilema
          Bm Bbm   Am
Pra quem sepultou a vida
  D  (D#º) (D7)      G
Nos remendos da bombacha
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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