Peão Farrapo
Garotos de Ouro
Bm
(início)
Intr.: (A A A) d a bm f#m fm em f# bm a D A Bm F#m Fm Em F# Bm (G F# Bm) (G F# Bm) Bm Em A Ali vem um desses tauras que no calor das refregas D F#7 Bm Forjou-se sobre o cavalo, teve a pampa por escola A G F#7 A lança espada pistola e o tino para guiá-lo Bm Em A Não sendo dono da terra, peleara como se fosse D F#7 Bm O senhor das sesmarias, esquartejando horizontes F#7 Bm A G F#7 Redesenhou mil confrontes nas épocas mais bravias Em A7 D Em A7 D E vai essa rude estampa, mescla de raiva e carinho Em A7 D G D Bravura abrindo caminho que a liberdade é um chamado G D Que a liberdade é um chamado Em A7 D Bm Num ajuste fratricida de contas que nem são suas G F#7 Bm Verdades galopam nuas, no pago sendo espoliado Bm A Em A Em A F#7 Bm (G F#7 Bm) G F#7 Bm A D A D Vai ser o diacho lá diante talvez a morte levante F#7 Bm A G No flanco de um descampado com sorte sobra-lhe a vida F#7 E as cicatrizes sortidas de um direito conquistado A D A D E do desenho cruento que arraste ao tempo e ao vento F#7 Bm A G Lições pra se repensar quem sabe o futuro entenda F#7 Que se resolvem contendas noutras formas de pelear Em D F#7 Quem sabe o futuro entenda que se resolvem contendas Bm Noutras formas de pelear Em A7 D Em A7 D E vai essa rude estampa, mescla de raiva e carinho Em A7 D G D Bravura abrindo caminho que a liberdade é um chamado G D Que a liberdade é um chamado (3x) D7 G A7 D A7 D
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