História de Vaqueiros

Elcio Dias

Tom original: C Capotraste: Sem capotraste Acordes: 9
C

(início)

        D    A  Em
Mais foi tanto dos vaquêro qui rénô no meu sertão
      D
qui cantano um dia intêro num menajo todos não
  D    A  Em
João Silva do Ri-das-Conta Antenoro do Gavião
      D
Bragadá lá das Treis Ponta Tiquiano do Rumão
 Em       D       Em    Bm
ranca tôco ribadêro matadô de lubião
turuna qui laça frechêro nos iscuro pelas mão
         A
mermo cantano um dia intêro num menajo todos não
   D       A   D
Certa feita vô contá só um feito desse vaquêro
      A  Bm
foi chamado pra pegá um levantado marruêro
   G   D   A
Morada Velha do Olivêra Lagoa do Pancadão
   Bm   A  A/C  E
Tiquiano foi só cum a pitéra a Ri-de-Conta e sem gibão
   Dm Am   Dm   Am
méa noite e lua e um quilarão
   D    A  D
Pontô o bicho na bibida vino do fundo da mata
       A  Bm
na lagoa de pureza feito u'a bacia de prata
  G   D   A
qui buniteza nessa hora só lamento nun tá lá
    Bm  A  A/C  E
e sem mais demora Tiquiano gritô: vem bichão vem cá!
       Dm         Am   Dm   Am
riscô um tufão feito um raiá
   D    A  D
Já cum bicho bem pegado ma ponta do pau-de-ferro
        A  Bm
pelos mistero da hora in qui num pode havê êrro
   G   D   A
o incapetado lubisomi 'stremeceu soltô truvão
   Bm  A   A/C  E
já tava intregano ao bicho home as alma nas palma das mão
    Dm         Am   Dm   Am       G  Dm G Dm
faca na venta e sangue no chão e a lua oumenta o quilarão
    Dm         Am   Dm   Am
faca na venta e boi no chão
Refrão:
  D     A  D
As Guariba é um cruzamento in toda tarde de dumingo
            A        Bm
hai um grande ajuntamento de muita gente e malungo
  G   D    A
moça bunita perdedéra Bragadá sua perdição
   Bm  A  A/C  E
boi das arma branca cara preta catravo de pé e mão
    Dm      Am      Dm       Am G     Dm G Dm
fera sturrano cavava o chão surucucú de dois ferrão
    Dm         Am   Dm   Am
malvado e brabo pegô Juão
   D   A   D
Derna o tempo de minino fazia pur brincadêra
               A        Bm
pegá bicho remeteno de mão pilunga ô pitêra
   G    D  A
dentra da venda in descursão entrô os vaquêro de lá
    Bm  A  A/C  E
pruns olhos bunito cum ferrão pulô a cerca Bragadá
     Dm      Am      Dm       Am G     Dm G Dm
a noite intéra bebeu dançô na brincadêra no virô
    Dm      Am      Dm       Am
moça bunita laço de amô
     D        A   D
Pelo triz de um momento da peleja in certa altura
               A         Bm
viu nos olhos da morena ispelhada u'a mancha iscura
     G        D     A
faca na venta o boi morreno Bragadá caiu no chão
    Bm  A    A/C   E
cum o vazí rasgado 'stremeceno parava o saingue c'as mão
  Dm      Am      Dm       Am      G     Dm  G Dm
amô nun sei pru modi quê facilitei olhei você
  Dm      Am      Dm       Am G       Dm G Dm
foi pur teus olhos pur a fulô pegava o boi boi me pegô
  Dm      Am      Dm       Am        Dm     Am      Dm       Am
é dura a sorte do pegadô morrê da morte   chifrada amô
(Refrão)
mermo cantano um dia intêro num menajo todos não
mermo cantano um dia intêro nun menajo meus irmão...
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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