Catacumba
Diogo Defante
D
(início)
D G A D Não costumava dar sorte com a vida no campo A D Então, eu fui pra cidade pra sobreviver Em7 G A D Mas lá me chamaram de merdinha, de cocô do cavalo Bm7 Em7 A D Continuei desempregado, tomei no rabisteco legal Em7 G A D Mas lá me chamaram de merdinha, de cocô do cavalo Bm7 Em7 A7 D Continuei desempregado, tomei no rabisteco legal
Refrão
G A D Eu sem querer urinei em uma catacumba Bm7 Em7 A7 D Minha mulher ficou muito puta, pois meu pinto desapareceu G A D Eu sem querer urinei em uma catacumba Bm7 Em7 A7 D Minha mulher ficou muito puta, pois o Jairo desapareceu
Segunda Parte
D G A D A vida na cidade grande não deu muito certo A D Voltei pro interior para ordenhar vacas de novo Em7 G A D E lá encontrei meu pinguelo saltitante entre os pintos Bm7 Em7 A D Que piavam, dizendo, "Eu suplico, deixe o seu pinguelo entre nós" Em7 G A D E lá encontrei meu pinguelo saltitante entre os pintos Bm7 Em7 A7 D Que piavam, dizendo, "Eu suplico, deixe o seu pinguelo entre nós"
Refrão
G A D Eu sem querer urinei em uma catacumba Bm7 Em7 A7 D Minha mulher ficou muito puta, pois meu pinto desapareceu G A D Eu sem querer urinei em uma catacumba Bm7 Em7 A7 D Minha mulher ficou muito puta, pois o Jairo desapareceu
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.

