Oração de Camponês
Deise Jacinto
E
(início)
E C#m Talvez eu nunca entenda o caminho que trilhei E A As tempestades que um dia eu encontrei E Trouxeram outra cor aos dias que ganhei E C#m Talvez eu nunca te conheça e tudo vire pó A O medo, as perguntas e a minha voz E E as canções sobre você fiquem pra nós F#m E Perdoa se a minha saudade já me fez refém F#m E Quem fala é a dor que eu vi nos olhos de alguém F#m E Se é frágil a minha devoção, não vá agora me deixar A E Espera que a saudade logo vem me libertar E C#m Plantei, cresceu o broto da pitanga e virou pé E A Plantada ao lado, reguei junto a minha fé E Não há nobreza no lugar de onde ela é E C#m Eu sei da terra que eu arei você também me fez A Conheço o teu olhar no sol que nasce às seis E Será que um rei escuta a voz de um camponês? F#m E Perdoa se a minha saudade já me fez refém F#m E Quem fala é a dor que eu vi nos olhos de alguém F#m E Se frágil a minha devoção, não vá agora me deixar A E Espera que a saudade logo vem me libertar A E Espera que a saudade logo vem me libertar Espera que a saudade logo vem me libertar
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