Cavaleiro Errante
Cirinho do Rio Doce
C
(início)
Am G Sou um cavaleiro errante F G A Não tenho paradas e nem onde chegar Am G F Trago minha espada sangrenta G A E a alma toda marcada de tanto lutar. Am G O trote de meu alazão F G A- Vem trazendo a morte de um povo inocente. (Duas vezes) Am G F G Am Ó Senhor eu peço perdão pelos tiros de guerras de nossos canhões G Eu também sou inocente F G A- Mas essa é a vontade de nossos patrões
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