De Campo e Alma

César Oliveira

Tom original: D Capotraste: Sem capotraste Acordes: 6
D

(início)

                  D
O meu lema vem da alma
Minha alma esta nos campos
                                    A
Acendendo pirilampos Alguma lua minguante
                 G                   D
O trote que me garante a certeza de chegar
                   A                  D
Ao mas profundo lugar é a plenitude do ser
               G        A          D
A certeza de viver bons motivos pra sonhar
Sou fruto de outras vidas que me guiam de outros campos
                                             A
Que dão vidas aos pirilampos e pelejam novas luas
                  G                        D
Afirmados em duas puas, matrereiro antes dos galos
                       A                        D
E qualquer chão é um regalo para o meu destino antigo
                      G     A           D
E ganhar mais do que amigos redomoniando cavalos
( D A )
                   G                       F#m
Talvez aumentem lonjuras quando a alma se desfiar,
                      Em     A              Am   D
mas meu verso há de ficar, no eco de algum galpão
                   G                          F#m
Ou quem sabe na canção que se espalhou com o minuano
                        Em     A            Am    D
Na voz de um taura vaqueano, recolhedor de tropilha
                   G   A             D
"Após morrer na cochila alumiando um aragano" (bis)
                   D
Talvez finde a poesia quando faltar-me um fiador
                                           A
Mas o brilho de um amor é luzeiro pros meus passos
                      G                     D
Vai no verso que hoje faço pela cadência de esporas
                    A                       D
Para então soltar auroras na guitarra em despedidas
                          G         A             D
"Quem foi campo não és partida, mesmo ao fim de suas horas" (bis)
G                       F#m
Talvez aumentem lonjuras quando a alma se desfiar,
                      Em     A              Am   D
mas meu verso há de ficar, no eco de algum galpão
                   G                          F#m
Ou quem sabe na canção que se espalhou com o minuano
                        Em     A            Am    D
Na voz de um taura vaqueano, recolhedor de tropilha
                   G   A             D
"Após morrer na cochila alumiando um aragano" (bis)
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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