Quando Me Perco Num Grito

César Oliveira e Rogério Melo

Tom original: C Capotraste: Sem capotraste Acordes: 8
C

(início)

Intro:
G7  C  G7  C  G7  C  G7  C  G7  C  G7  (C) (C#) (D)

Declamado

"Eu venho enforquilhado nesta guitarra baguala
 que até parece que fala, num ponteio debochado.
 A gaita me faz costado amadrinhando os demais
 no chão dos meus ancestrais abro meu peito agora
 e entro arrastando espora na terra dos marechais."
A7  Dm  A7  Dm
         D                         A7
Venho do tempo em que a potrada veiaca
                              D
Tinha curnilho e maçaroca na cola
      F
E matreriavam quando um par de boleadeiras
          A7                     D
Só por matreira faziam um vôo pachola
                                A7
O entrevero das potradas e das domas
                                        D
Moldaram a estampa do taura em cima das garras
         F
De peito aberto na volteada de um rodeio
           A7                       D
Pealando anseios de sobre-lombo e cuchara
         G             A7            D
De peito aberto na volteada de um rodeio
           G           A7           D       Acordeon
Pealando anseios de sobre-lombo e cuchara
        D                       A7
Este costume de viver pelas estâncias
                                    D
Esta mania de cruzar de um pago ao outro
           F
Peguei faz tempo, sou do lombo do cavalo
        A7                         D
Laço e pealo e não tenho medo de potro
                              A7
Trago na alma uma ansiedade xucra
                                      D
De abrir meu peito e cantar a vida inteira
         F
Pois o destino me fez taura igual a tantos
          A7                           D
E quando canto, sempre canto pra fronteira
         G             A7            D
Pois o destino me fez taura igual a tantos
         G             A7            D       Acordeon
E quando canto, sempre canto pra fronteira
            D                       A7
Sou Rio Grandense, Maragato sem costeio
                                  D
Morro peleando prá defender meu chão
          F
Pois este apego me faz guerreiro de novo
           A7                     D
E traz meu povo pra dentro do coração
                                     A7
Ando no rastro das comparsas e das tropas
                                      D
Que um certo dia se perderam campo a fora
          F
Fiquei solito mateando entre a fumaça
          A7                        D
Que me adelgaça a cada romper de aurora
         G      A7               D
Fiquei solito mateando entre a fumaça
         G         A7               D      Acordeon
Que me adelgaça a cada romper de aurora

Declamado

Talvez eu volte um dia numa trovoada
Ou na garganta de um fronteiriço cantor
Erguendo poeira num reboliço de tropa
Que se alvorota na volta de um corredor
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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