Do Rincão do Pau Fincado

André Teixeira

Tom original: G Capotraste: Sem capotraste Acordes: 4
G

Intro

G  D  G  D
        G  D  G
G                               D
Eu sou crioulo do Rincão do Pau Fincado
                                           G
E este jeito abagualado já de longe me apresenta
         Em                                D
Uso, por gosto, um chapelão que é quase um tacho
                                            G
Bem preso no barbicacho que o vento não arrebenta
         Em                                D
Uso, por gosto, um chapelão que é quase um tacho
                                            G
Bem preso no barbicacho que o vento não arrebenta
                                      D
Eu tenho um laço que não briqueio por outro
                                             G
Pois muito pulso de potro já golpeou por patacoada
            Em                          D
Não sou dos taura' mas, num pealo, me garanto
                                          G
Pode vir de qualquer canto que tropica na bolcada
            Em                          D
Não sou dos taura' mas, num pealo, me garanto
                                          G
Pode vir de qualquer canto que tropica na bolcada
         D                             G
Na minha terra, se um veiaco esconde o toso
                   D                         G
É num upa que o baldoso enreda a marca na soiteira
         D                           G
Na minha terra, só o que tiremo' agarrado
               C               D          G
É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira
( G  D  G  D )
( G  D  G )
                                  D
O meu esporte favorito é um baile bueno
                                        G
Aonde escuto o sofreno d'uma cordiona baguala
           Em                        D
E eu me destaco marcando firme o compasso
                                                G
Forçando a curva do braço com a mais vistosa da sala
           Em                       D
E eu me destaco marcando firme o compasso
                                                G
Forçando a curva do braço com a mais vistosa da sala
                                   D
Mas também gosto d'um domingo de carreira
                                           G
E alguma festa campeira pra me luzir bem pachola
           Em                       D
Chego assoprando e embalando um redomão
                                              G
Que, ali, no correr da mão, deixo sentado na cola
           Em                       D
Chego assoprando e embalando um redomão
                                             G
Que, ali, no correr da mão, deixo sentado na cola
         D                             G
Na minha terra, se um veiaco esconde o toso
                   D                         G
É num upa que o baldoso enreda a marca na soiteira
         D                           G
Na minha terra, só o que tiremo' agarrado
               C               D          G
É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira
( G  D  G  D )
( G  D  G )
                                   D
Quando eu morrer, me velem numa mangueira
E me enterrem bem na porteira
                    G
Faço este pedido em vida
            Em                     D
E não se assustem se n'alguma madrugada
                                         G
Eu gritar com a cavalhada na hora da recolhida
            Em                     D
E não se assustem se n'alguma madrugada
                                         G
Eu gritar com a cavalhada na hora da recolhida
                                     D
No meu velório, quero farra, dança e trago
                                            G
E a bandeira do meu pago feito mortalha pra mim
            Em                             D
E não se esqueçam que a minha história sem luxo
                                             G
Conta d'um povo gaúcho que luta pra não ter fim
           Em                              D
E não se esqueçam que a minha história sem luxo
                                             G
Conta d'um povo gaúcho que luta pra não ter fim
         D                             G
Na minha terra, se um veiaco esconde o toso
                   D                         G
É num upa que o baldoso enreda a marca na soiteira
         D                           G
Na minha terra, só o que tiremo' agarrado
               C               D          G
É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira
        D                           G
Na minha terra, só o que tiremo' agarrado
               C               D          G
É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.
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