A Minha Freguesia
Alfredo Marceneiro
Am
(início)
Am E Se os cantadores todos, hoje em dia E Am Ruas e bairros cantam, de nomeada Am E Eu cantarei á minha freguesia Dm E Am A de Santa Isabel tão afamada
Verse 2
Am E Freguesia gentil que não tem par E Am É talvez de Lisboa, a mais dilecta Am E De D. Diniz, a rua faz lembrar Dm E Am O esposo de Isabel, o Rei poeta
Verse 3
Am E Lembra a Rainha Santa, quando vinha E Am Transformar o pão em rosas, com fé tanta Am E Ela que Santa foi, menos Rainha Dm E Am Mas foi entre as Rainhas, a mais Santa
Verse 4
Am E Freguesia onde enfim, moro também E Am Onde sempre pisei honrados trilhos Am E Nela casou a minha querida mãe Dm E Am E nela é que nasceram os meus filhos
Verse 5
Am E Que Deus me dê a graça, a alegria E Am Na vida tão cheiinha, de desgostos Am E A vir morrer na minha freguesia Dm E Am Como um soldado morre no seu posto (x2)
Cifra adaptada de fontes públicas. Direitos da composição pertencem aos autores e gravadoras originais. Esta página é parte do projeto educacional Mania de Músico.

