Tropeiro, Doma e Tropilha
Adriano Gomes
D
(início)
D Tropilha mansa, mesmo pêlo, mesma marca A7 Sempre delgadas, lombo liso, peito e anca A7 Tordilhas claras, feito nuvens, junto a tropa D Rondando o sono do tropeiro que descansa D São três potrancas castelhanas, mesma casta D E7 A7 Sangue Cardal estas crioulas que encilho A7 Nos corredores nas lidas de tropa e ronda D Parecem tigres na noite, as três tordilhas D E de regresso pro meu rancho de tropeiro A7 Vem escarceando ao trote pedindo vasa A7 Vem farejando junto ao pasto a liberdade D Do suave aroma do jardim que enfeita a casa D E nos domingos, na minha folga de tropeiro D E7 A7 Com meu piazito e a morena, prenda amada A7 Jogo o que tenho nas patas dessas crioulas D Pois nunca deixo meu dinheiro em carreirada D Essas tordilhas, minha doma, rédea e marca A7 São três monarcas, orgulhos de um domador A7 Que amansam sonhos ao tropear o gado alheio D Fazem do freio a arma de mais valor D Doces de boca num aparte de mangueira D E7 A7 São quases feras num rodeio campo afora A7 Nem fazem trevos ao trotear n'algum varzedo D E nem conhecem os espinhos das esporas D Se um dia o tempo entordilhar minha melena A7 Deixo o cavalo, a morena e o piazito A7 E numa potra, minha doma, rédea e marca D Num só galope me mando pro infinito D Mas deixo heranças neste mundo a partilhar D E7 A7 Rédeas, bocal e os arreios castelhanos A7 Deixo o ensino pra fazer um bom cavalo G D E mais três potros pra domar o outro ano
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